segunda-feira, 9 de março de 2015

Vídeos sobre desenvolvimento regional

Oi pessoal. A Pábula (estudante do DRN) mandou um vídeo, e ai descobrimos juntos o Observatorio do Desenvolvimento Regional, que trouxe outros videos. Voces não teriam algum video ou texto como sugestão para nos postarmos aqui?

Muitos vídeos bons no Observatório do Desenvolvimento Regional

Procuramos dar apenas uma breve sinopse do conteúdo dos vídeos. Existem muitos vídeos neste observatório, e selecionamos aqueles que consideramos com conteúdo mais ligado ao programa da disciplina. Notem que é um Observatório, ligado a um curso de pós-graduação em desenvolvimento regional. Isto mostra como o assunto vem sendo considerado importante dentro da própria academia.

Antonio Carlos Figueira Galvão, diretor do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), fala ao ObservaDR sobre a política do desenvolvimento regional no Brasil.Um vídeo de apenas 2 minutos, que nos da uma visão rápida da necessidade de se ter uma politica de desenvolvimento regional.

História do desenvolvimento Regional. A desarticulação da política regional no governo Collor. O nascimento de um novo paradigma de desenvolvimento regional. A criação do novo Ministério da Integração Nacional. A continuidade da ausência do fundo nacional de desenvolvimento regional.

Vídeo de apresentação das Políticas de Desenvolvimento Regional implantadas pelo Ministério da Integração Nacional. Este vídeo serve como continuidade do anterior. Ele mostra detalhes da nova politica de desevolvimento regional com o nascimento do Ministério de Integração Nacional, com a apresentação do outrora ministro da pasta, no governo Lula, em 2009. Fala sobre o PNDR (Plano Nacional de Desenvolvimento Regional), e do objetivo deste ministério: reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil. Aborda o conceito de tipologias sub-regionais (veja os territórios


https://www.youtube.com/watch?v=dKkYZ6FkQJ8  Prof. UnB. A Palestra mostra os resultados de grupos de pesquisa da sub-rede desenvolvimento regional, da Rede CLIMA, do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. A Rede Clima é uma rede permanente, criada em 2007, para desenvolver conhecimentos e ideias para o Brasil com relação aos efeitos das mudanças climáticas globais. Conceitos de sustentabilidade, resiliência, vulnerabilidade e estratégias de adaptação. Interessante é seu comentário sobre interdisciplinaridade.  Concentra-se na análise da vulnerabilidade e estratégias de adaptação associadas com a “aridização” (mudança do clima associada com a redução das chuvas) do nordeste Brasileiro. Explora também as barreiras adaptativas associadas a este problema.

https://www.youtube.com/watch?v=f_uuzGv-4ng.  DR. Alberto Bracagioli Neto, que é professor na Escola Superior de Cooperativismo e no Bacharelado em Desenvolvimento Rural 
(PLAGEDER) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e atua ainda como assessor da Direção da ASCAR/EMATER, fala para o ObservaDR sobre as críticas feitas à arquitetura da participação e as novas alternativas de abordagem.  Explora a história e também os pensadores que estão influenciando estes novos desdobramentos de como deve ser este desenvolvimento. Por exemplo, Habermas, Foucault, Teoria do pós-desenvolvimento. O método de redes,  “Outocome mapping”. “Redes encapsuladas”

Laura Polverari, do Centro de Pesquisa em Políticas Europeias, falou para o Observa-Dr sobre os estudos a cerca do desenvolvimento regional. Fala sobre a pesquisa do desenvolvimento regional na Europa., sobre as políticas de coesão europeia, e uma avaliação sobre os resultados desta politica.

Publicado em 24 de out de 2014
Dra. Rita Pauli é professora associada da Universidade
Federal de Santa Maria (UFSM) e falou para o Observa DR sobre suas pesquisas relacionadas aos complexos agroindustriais.

A economista e professora da Universidade Federal de Pernambuco, Tânia Bacelar, profere palestra, dentro do Ciclo Debates FEE, que discutiu, nos dias 22 e 23 de abril de 2013, na Fundação de Economia e Estatística, em Porto Alegre/RS, "Perspectivas do Desenvolvimento Regional Brasileiro". Aborda como o desenvolvimento ocorreu no Brasil. Por exemplo a concentração no litoral, a desigualdade,....

Debate "O Brasil que queremos" em comemoração aos 15 anos da revista Caros Amigos, realizado no Tucarena, em São Paulo, em 11 de junho, e que reuniu Paulo Vannuchi, Luiz Gonzaga Belluzzo, Ladislau Dowbor, Maria Leda Paulani e Tânia Bacelar, especificamente, neste vídeo. Fala dos desafios atuais.
A Universidade e o Desenvolvimento Regional - Dr. Maurício A. Serra. Dr. Maurício da Universidade Estadual de Campinas, fala ao ObservaDR sobre a importância do engajamento das universidades para o desenvolvimento das regiões.


Política Nacional do Desenvolvimento Regional - Henrique Vieira. Membro do Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE) falou para o Observa DR sobre seu trabalho no CGEE e a política nacional de desenvolvimento regional. 


A Criação dos Programas de Pós Graduação em Desenvolvimento Regional no Brasil - Dra.Virginia Etges. A professora Dra. Virginia Elisabeta Etges é coordenadora do Programa de Pós Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR) da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e falou para o ObservaDR sobre contexto em que surgiram os cursos de pós em desenvolvimento regional no Brasil.


A Construção de Indicadores de Condição de Vida no Meio Rural - Dr. Marcelo Conterato.. Fala sobre indicador de desenvolvimento do território. Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e coordenador do Bacharelado em Desenvolvimento Rural (PLAGEDER), modalidade a distância, Marcelo Conterato fala sobre a construção de indicadores de qualidade de vida no meio rural.

sexta-feira, 6 de março de 2015

A 5a aula de DRN pode ser baixada no link abaixo:
http://www.4shared.com/file/sp5I4QmDce/drn5aaula.html


Muito interessante é vermos que vários grupos de pessoas começam a ser organizar na sociedade em defesa de conceitos muito variados que consideram importantes para contribuir para um desenvolvimento mais sustentável. Um exemplo pode ser visto no site http://www.ufrgs.br/sbctars-eventos/ssa4/wp-content/uploads/2011/12/Alimenta%C3%A7%C3%A3o.pdf. De lá tiramos apenas duas idéias:

Manifesto do Slow Food 
"O nosso século, que se iniciou e tem se desenvolvido sob a insígnia da civilização industrial, primeiro inventou a máquina e depois fez dela o seu modelo de vida. Somos escravizados pela rapidez e sucumbimos todos ao mesmo vírus insidioso: a Fast Life, que destrói os nossos hábitos, penetra na privacidade dos nossos lares e nos obriga a comer Fast Food. O Homo sapiens, para ser digno desse nome, deveria libertar-se da velocidade antes que ela o reduza a uma espécie em vias de extinção. Um firme empenho na defesa da tranquilidade é a única forma de se opor à loucura universal da Fast Life. Que nos sejam garantidas doses apropriadas de prazer sensorial e que o prazer lento e duradouro nos proteja do ritmo da multidão que confunde frenesi com eficiência. Nossa defesa deveria começar à mesa com o Slow Food. Redescubramos os sabores e aromas da cozinha regional e eliminemos os efeitos degradantes do Fast Food. Em nome da produtividade, a Fast Life mudou nossa forma de ser e ameaça nosso meio ambiente. Portanto, o Slow Food é, neste momento, a única alternativa verdadeiramente progressiva. A verdadeira cultura está em desenvolver o gosto em vez de atrofiá-lo. Que forma melhor para fazê-lo do que através de um intercâmbio internacional de experiências, conhecimentos e projetos? Slow Food garante um futuro melhor. Slow Food é uma idéia que precisa de inúmeros parceiros qualificados que possam contribuir para tornar esse (lento) movimento, em um movimento internacional, tendo o pequeno caracol como seu símbolo." Folco Portinari, em 09 de Novembro de 1989

A Carta de Gastronomia e Sustentabilidade 28 de outubro de 2010
No momento em que as forças econômicas e políticas não conseguem dar o seguimento adequado às demandas da sociedade por ações que orientem o desenvolvimento agrícola, industrial, do consumo e de serviços em prol da: • diminuição dos gases que provocam a mudança climática global; • diminuição e tratamento dos resíduos; • manutenção e manejo dos recursos hídricos; • recuperação e manejo sustentável de recursos florestais; • preservação e valorização da diversidade, incluindo a cultura gastronômica, das comunidades locais; • proteção e uso da biodiversidade em todos os biomas; • capacitação e financiamento da produção familiar, assim como sua inserção em cadeias adequadas. Inspirados e motivados por iniciativas locais e mundiais com a intenção de garantir a civilização humana em um planeta que a possa hospedar e sustentar, os cidadãos abaixo assinados que têm na gastronomia interesses profissionais, educacionais, culturais, sociais e hedonistas se reúnem para construir e divulgar para toda a sociedade em âmbito mundial o compromisso de intenções de responsabilidade individual e alcance coletivo baseado nos seguintes
Princípios.
1. Conhecer o alimento que adquirimos, processamos e comemos.
2. Conservar os meios e as condições que dão origem ao alimento.
3. Preservar, valorizar e promover as qualidades naturais do alimento, assim como seu uso saudável. 4. Utilizar todo o alimento
 5. Remunerar adequadamente os produtores do alimento, inclusive pelos serviços ambientais providenciados para a sociedade.
6. Aplicar conhecimento e tecnologia inovadora para valorizar a diversidade e qualidade do ingrediente, assim como de seus usos.
7. Honrar e respeitar diariamente o ato de comer e de preparar a comida.

Michael Pollan O Dilema do onívoro Em defesa da comida
Regras da comida
2. Não coma nada que sua avó não reconheceria como comida.
6. Evite produtos alimentícios que contenham mais de cinco ingredientes.
13. Só coma alimentos que acabarão apodrecendo.
 24. "Comer o que fica em pé numa perna só [cogumelos e vegetais] é melhor que comer o que fica em pé em duas patas [aves], que é melhor que comer o que fica em pé em quatro patas [vacas, porcos e outros mamíferos].“
39. Coma todas as besteiras que quiser, desde que você mesmo as cozinhe.
44. Pague mais, coma menos.
47. Coma quando tiver fome, não quando estiver entediado.
 64. Quebre as regras de vez em quando.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Quarta aula DRN/Campus Paulo Freire/Marcelo

A aula pode ser baixada no link abaixo:
http://www.4shared.com/file/jzomn2Bsba/DRN_4as_aula.html


Nesta aula vimos o vídeo (a partir de 6 min 30 seg), sobre a palestra do Dr Takayoshi Kusago (Universidade de Osaka – Japão) sobre reflexões e reconhecimento sobre a importância do conhecimento das comunidades na busca pelo desenvolvimento sustentável. Ele nos trouxe dados instigantes, como de que a obtenção de ótimos níveis de desenvolvimento econômico, educacionais e sociais, no Japão, foram acompanhados com o aumento dos níveis de insatisfação, e do suicídio. Em particular seria interessante adicionar ao vídeo visto,o  vídeo "Nos hipotecamos o futuro", por  Zigmund Bauman (https://www.youtube.com/watch?v=OcPD1pLdkoQ). Ele explica porque mesmo depois que países se desenvolvem bem, que tenham um  bom seguro desemprego, boa saúde, bom transporte, boa educação, surge um grande descontentamento entre os jovens. Vimos isto em anos recentes, em que jovens de classe média queimam carros, quebram lojas, e queimam nas ruas as mercadorias roubadas, não as levando para casa. Isto está acontecendo na Inglaterra, França, Espanha. Este sociólogo tem varios livros publicados em português sobre este assunto. Vale a pena conferir. 

O Dr. Kusago nos falou sobre a importância econômica da riqueza emocional de uma comunidade. Ele nos falou do conceito de desenvolvimento como do grau de felicidade que um povo tem. Ele um professor de economia, falando sobre um tema que parece tão obvio, mas ao mesmo tempo Qual seria a importância da riqueza espiritual no desenvolvimento econômico de uma comunidade? 
Vimos depois o significado da expressão japonesa  "Jimoto Kagu". Vimos a definição de metodologia (como fazer) e da filosofia de um "Jimotokagu", e falamos sobre a historia da cidade de Mimata, e de um dos piores acidentes ambientais do Japão. Vimos como o Jimotakagu de Mimata tornou-se um referencial mundial sobre o papel da comunidade no desenvolvimento sustentável. Vamos "jimotar" a nossa "teixeira". Vejam as ideias de criar um site para começar este processo, nos últimos slides da aula. 


 Outro assunto abordado foi sobre a concepção do conceito  de Desenvolvimento Regional. Para isto fizemos uma leitura em grupo e discussão do texto de Haddad “A concepção de desenvolvimento regional”, impresso. Fizemos então a apresentação das principais ideias do texto por cada grupo (divisão por páginas) e discutimos. O Murilo fez um resumo excelente da aula, e disse que vai postar para a gente aqui. 

Um texto para leitura para a próxima aula (apresentação das principais ideias por cada grupo)), acessível no site   http://minhateca.com.br/JulioCintraJr/Documentos/Livros/Economia/Desenvolvimento+como+liberdade+-+amartya+sen+-+01,106870899.pdf

Neste texto de Julio Cintra Jr, é arguido que o desenvolvimento é a expansão da liberdade humana. Valores sociais e costumes estabelecidos podem limitar a liberdade, e portanto limitar o desenvolvimento. A corrupção pode afetar a confiança publica e isto também pode afetar o desenvolvimento econômico. Além da liberdade política, as facilidades econômicas também são importante para a liberdade e, portanto, para o desenvolvimento. Adicionalmente a oportunidade social dos indivíduos e a transparência do governo é importante nestes dois processos.  "Com oportunidades sociais adequadas, os indivíduos podem efetivamente moldar seu próprio destino e ajudar uns aos outros". Somente com estas condições vai haver um desenvolvimento efetivo, muito alem do econômico. Isto pode existir mesmo sem grande progresso econômico e cultural? A vertente  da economia que defende o desenvolvimento da comunidade como mais importante que o desenvolvimento econômico, sintoniza-se com estes pensamentos. Procure mais outros economistas, falando por exemplo, de economia solidária, consumo critico, consumo consciente. Pegue algumas informações sobre isto para partilharmos juntos, seja como comentário, seja como postagem. O manifesto 2000, escrito por vários detentores do prêmio Nobel da Paz, também esta em sintonia com estas idéias. Leia para confirmar. Estes textos, tem em comum a afirmação, de que a paz e o desenvolvimento social começa agora, com nossas ações. Somos responsáveis. O que você está fazendo? Para sermos responsáveis, temos que saber nossas responsabilidades. Será que você sabe as suas? Contribua. Este blog é seu. 
Postagem realizada por estudante CC DRN

Este artigo foi escrito espontaneamente pelo Ranulfo, como contribuição ao Blog do DRN. Você teria algo a dizer também, para enriquecer o diálogo, sobre o que o Ranulfo aborda texto?   Esta é a segunda postagem, que segue a da Monaliza. Aqueles interessados a postarem textos, além dos comentários, remetam os mesmos para mehlersloureiro@gmail.com. 

Artigo de opinião
O desenvolvimento que é importante
Ranulfo Cunha Souza (Estudante DRN/Campus Paulo Freire)

A estrutura para o desenvolvimento está na valorização do ser humano. Para isto é essencial a educação de qualidade, saúde, segurança, e uma política séria e oportunidade igual para todos. Isto seria o básico, porque não se pode cobrar nada além de quem não teve e não tem acesso aos recursos que os instruem e contribuem para o desenvolvimento em geral.
    Ideologicamente está tudo bem, mas a realidade é utópica. Não basta simplesmente acreditar e deixar como está.  Há de surgir muitas transformações  e idealizadores falando de desenvolvimento, taxando-o de progresso, mas não se pode existir progresso sem ter o homem  inserido na base cultural,  preparado para lidar com o tão esperado desenvolvimento.
   Exemplo: não é tão importante ter a tecnologia e as grandes máquinas, sem ter profissionais para fazer o bom uso destas. Pois a base da estrutura para o desenvolvimento surge do homem. Mas verdade é que existem diversas ideologias para manipular as ,  excluindo-as de seu papel fundamental.
  Uma minoria no poder está implantando as normas, enquanto que a maioria, apenas assiste, como em movimento semelhante a uma criança em um carrossel. Obedecem   não questionando, acreditando na democracia que nunca existiu.
  Tudo que vem do sistema, seja ele socialista ou capitalista, não condiz com a realidade e não proporciona conforto aos menos favorecidos. Na realidade, beneficia só o grupo dominante. A sociedade é culpada por não praticar cidadania e não cobrar pelos os direitos que possuNão querem direitos, preferem  privilégios e isto é a base forte para o sistema governamental implantar o seu domínio alienante . A educação é necessária para mudar todo este conceito, que não passa de um mito. É preciso ver além, e entender o que está por trás dos discursos formais e das boas retóricas dos grandes lideres.
É preciso que haja uma revolução que faça com que todos tomem conhecimento e se eduquem para lidar com questões sobre as políticas sociais e tudo que for pertinente ao bem estar da humanidade, priorizando a educação pois ela é a base do desenvolvimento e a única arma de defesa para não sermos enganados politicamente.    
Livros eletrônicos gratuitos sobre meio ambiente e historia


Abaixo livros eletrônicos disponíveis, que não são piratas. Estas informações abaixo, foram compiladas do sitio Voz da Primavera, de    . Não deixe de visitar. A maioria são em inglês, mas a linguagem técnica tem um vocabulário bastante reduzido, e você pode compreender muita coisa. é um desafio. Um pouco a cada dia, e verás, que em poucos meses, lerás em inglês com proficiência.  Possui muitos links muito interessantes, como de teses de programas de graduação sobre o meio ambiente.

História Ambiental

The Wealth of Nature: Environmental History and the Ecological Imagination
Donald Worster
Link: http://pt.bookos.org/book/1082836/ec7fbb

Inescapable Ecologies: A History of Environment, Disease, and Knowledge
Linda Nash
Link: http://pt.bookos.org/book/1101084/a1b762

Natural Disasters, Cultural Responses: Case Studies toward a Global Environmental History (Publications of the German Historical Institute)
Christof Mauch
Link: http://pt.bookos.org/book/1196601/a4dc30

Ecology, Climate and Empire: Colonialism and Global Environmental History, 1400-1940
Richard Grove
Link: http://pt.bookos.org/book/1196962/229543

Environmental Histories of the Cold War (Publications of the German Historical Institute)
J. R. McNeill (editor), Corinna R. Unger (editor)
Link: http://pt.bookos.org/book/1309666/da638f

Great Debates in American Environmental History - Two Volumes
Brian C. Black, Donna L. Lybecker
Link: http://pt.bookos.org/book/1267374/3fa56d

The War On Weeds in the Prairie West : An Environmental History
Clinton L. Evans
Link: http://pt.bookos.org/book/1244496/c828df

The Unending Frontier: An Environmental History of the Early Modern World
John F. Richards
Link: http://pt.bookos.org/book/1164837/45fc1a

Pollution in a Promised Land: An Environmental History of Israel
Alon Tal
Link: http://pt.bookos.org/book/1036045/56287e


Green Versus Gold: Sources In California's Environmental History
Carolyn Merchant
Link: http://pt.bookos.org/book/1170403/6f2a39

The Columbia guide to American environmental history

Carolyn Merchant
Link: http://pt.bookos.org/book/1276573/0ee038


Uma Trajetória Ambientalista - Diário de Paulo Nogueira Neto
Paulo Nogueira Neto
Link: http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/diario_de_paulo_nogueira_neto.pdf?iframe=true&width=80%&height=80%

História

História e Memória
Jacques Le Goff
Link: http://memorial.trt11.jus.br/wp-content/uploads/Hist%C3%B3ria-e-Mem%C3%B3ria.pdf

Filmes interessantes para pensarmos sobre o desenvolvimento e o meio ambiente

Sobreviver ao Progresso

Surviving Progress
Canadá  2011 | Mathieu Roy e Harold Crooks | 86 min | DOC

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Images Films 2012/Film_SurvivingProgress_web.jpgSerá o progresso paradoxalmente a causa da extinção humana? Produzido por Martin Scorsese e justapondo histórias tão diversas e interessantes como o Chinês que possui um clube de carros, uma fonte de Wall Street, que expõe uma elite financeira gananciosa e fora de controle, eco vigilantes que defendem uma Amazônia em chamas, o filme torna evidente que, se no passado os homens podiam esgotar os recursos de uma região e seguir em frente, hoje o consumo exagerado pode levar ao colapso e não possuímos outro planeta para onde ir. Com depoimentos de personalidades de diferentes correntes e regiões do planeta, como Stephen Hawking, o biólogo Craig Venter, cuja equipe decodificou o genoma humano e Marina Silva, o filme mostra, usando imagens incríveis e trilha sonora poderosa, a evolução da humanidade, tanto inspiradora quanto possivelmente fatal para a sobrevivência do planeta.

Cinemambiente 2012, Italia – FIFE 2012, France – Green Film Festival, Seoul, 2012 + more than 30 festival worldwide

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  Trailertl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  http://survivingprogress.com

 Filme de abertura - projeção com a presença do diretor Harold Crooksr
Toura D’or Award, Germany – President of Italian Republic Award, Asolo Art Film Festival

Esta é a história de Mbambu, uma menina ugandense de 16 anos que quer ser a primeira em sua família a completar a escola secundária. Ela também participa do grupo de teatro local, que usa a arte e temas importantes - tais como os males de roubar – para educar o povo da região. Sua família é pobre e não pode pagar sua escola, então ela decide ganhar dinheiro servindo de guia para turistas que fazem tracking nas montanhas Rwenzori, perto de sua vila, uma profissão em geral realizada por homens.

This is the story of Mbambu, a 16-year-old girl from the village of Kilembe, at the foot of the Rwenzori Mountains in Uganda, who wants to be the first in her family to complete secondary school. Mbambu is also a faithful member of the local amateur drama group, which uses art and thematic performances (such as a performance on the drawbacks of poaching) to educate people in the region. Mbambu comes from a poor farming family that cannot afford her school fees, so she decides to earn money for school by becoming a guide for tourists trekking in the Rwenzori Mountains, a profession generally reserved for men.

Trailer> https://vimeo.com/32567225

Pó, o Processo do Amianto

Dust: the Great Asbestos Trial
Itália 2011 | Niccolò Bruna e Andrea Prandstraller | 85min | DOC

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Images Films 2012/Film_Polvere_web.jpgO filme acompanha os primeiros meses do julgamento dos maiores acionistas da Eternit na Itália, que terminou em fevereiro de 2012, com uma sentença pesada para os acusados, e narra histórias dos heróis diários de nosso tempo, chegando à triste conclusão que o uso do amianto está crescendo em todo o mundo.

Menção Especial e Premio Subti, Cinemambiente 2011 – Premio Parco Colli Euganei, Euganea Film Festival 2011 
3 Menções Especiais - FIDRA - Festival Internazionale del reportage ambientale 2011

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  Trailer

 Projeção seguida por debate com o diretor Niccolò Brunar
Toura D’or Award, Germany – President of Italian Republic Award, Asolo Art Film Festival

Esta é a história de Mbambu, uma menina ugandense de 16 anos que quer ser a primeira em sua família a completar a escola secundária. Ela também participa do grupo de teatro local, que usa a arte e temas importantes - tais como os males de roubar – para educar o povo da região. Sua família é pobre e não pode pagar sua escola, então ela decide ganhar dinheiro servindo de guia para turistas que fazem tracking nas montanhas Rwenzori, perto de sua vila, uma profissão em geral realizada por homens.

This is the story of Mbambu, a 16-year-old girl from the village of Kilembe, at the foot of the Rwenzori Mountains in Uganda, who wants to be the first in her family to complete secondary school. Mbambu is also a faithful member of the local amateur drama group, which uses art and thematic performances (such as a performance on the drawbacks of poaching) to educate people in the region. Mbambu comes from a poor farming family that cannot afford her school fees, so she decides to earn money for school by becoming a guide for tourists trekking in the Rwenzori Mountains, a profession generally reserved for men.

Trailer> https://vimeo.com/32567225

Far West Amazônia

FarWest Amazonia
França 2011 | Erwan Massiot e Carolina Venturelli | 54 min | DOC  

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Images Films 2012/Film_FarWestAmazonia_web.jpgCarolina VenturelliErwan MassiotIniciada há 40 anos, a colonização da Amazônia já provocou um desmatamento de cerca de 17% de sua superfície. Os colonizadores, vindo dos quatro cantos do Brasil, são em parte responsáveis. Isolados do mundo tentam sobreviver em condições precárias. No entanto, a esperança de mudar a relação pouco cuidadosa com o meio ambiente é real.

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png Trailer

  Projeção seguida por debate com os diretores Erwan Massiot e Carolina Venturellus

A Batalha das Rainhas

Battle of the Queens
Alemanha 2011 | Nicolas Steiner | 70 min | DOC

Batalha das RainhasNão uma briga de touros, mas uma batalha entre vacas tem lugar, todos os anos, na Suíça, mais especialmente no sul, atraindo multidões. Estas disputas não são somente entre as vacas, mas entre os criadores de diferentes regiões e vacas dentro de cada rebanho.

Berlinale Film Festival 2011 - Visions du Réel Film Festival 2011 – Bafici 2012, Buenos Aires

Primavera Silenciosa

Living the Silent Spring
Japão 2011 | Masako Sakata | 87 min | DOC

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Images Films 2012/Film_PrimaveraSilenciosa_web.jpgHá cinquenta anos, o alerta de Rachel Carson em seu livro Silent Spring, sobre os perigos do uso indiscriminado de pesticidas, ajudou a lançar nos Estados Unidos o movimento ecológico. Nesta mesma época, o exército americano usou esfoliantes no Vietnam para combater os guerrilheiros. Estes esfoliantes, inclusive o chamado agente laranja, continham toxinas mortais, como o Dioxim, que até os dias atuais afetam filhos e netos daqueles que foram expostos a eles, tanto no Vietnam quanto nos Estado Unidos. O filme mostra a luta e a coragem de crianças americanas e vietnamitas para enfrentar as marcas do agente laranja e alerta para que prestemos atenção no profético alerta de Rachel Carson.

Aichi Women’s Film Festival Audience Award – Earth Vision Award

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png Trailer

Mbambu e as Montanhas da Lua

Mbambu and the mountains of the moonSérvia 2011 | Natasa Muntean e Lucian Muntean | 50 min | DOC

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Images Films 2012/Film_Mbambu_web.jpgEsta é a história de Mbambu, uma menina ugandense de 16 anos que quer ser a primeira em sua família a completar a escola secundária. Ela também participa do grupo de teatro local, que usa a arte e temas importantes - tais como os males de roubar – para educar o povo da região. Sua família é pobre e não pode pagar sua escola, então ela decide ganhar dinheiro servindo de guia para turistas que fazem tracking nas montanhas Rwenzori, perto de sua vila, uma profissão em geral realizada por homens. 
Toura D’or Award, Germany – President of Italian Republic Award, Asolo Art Film Festivaltl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  Trailer
tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  www.lunamdocs.com
Toura D’or Award, Germany – President of Italian Republic Award, Asolo Art Film Festival

Esta é a história de Mbambu, uma menina ugandense de 16 anos que quer ser a primeira em sua família a completar a escola secundária. Ela também participa do grupo de teatro local, que usa a arte e temas importantes - tais como os males de roubar – para educar o povo da região. Sua família é pobre e não pode pagar sua escola, então ela decide ganhar dinheiro servindo de guia para turistas que fazem tracking nas montanhas Rwenzori, perto de sua vila, uma profissão em geral realizada por homens.

This is the story of Mbambu, a 16-year-old girl from the village of Kilembe, at the foot of the Rwenzori Mountains in Uganda, who wants to be the first in her family to complete secondary school. Mbambu is also a faithful member of the local amateur drama group, which uses art and thematic performances (such as a performance on the drawbacks of poaching) to educate people in the region. Mbambu comes from a poor farming family that cannot afford her school fees, so she decides to earn money for school by becoming a guide for tourists trekking in the Rwenzori Mountains, a profession generally reserved for men.

Trailer> https://vimeo.com/32567225

Nação Nuclear

Nuclear Nation
Japão 2011 | Atsushi Funahashi | 97 min | DOC  

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Images Films 2012/Film_NuclearNation_web.jpgO filme acompanha a vida dos habitantes de Futuba, a região onde se localiza a usina nuclear Fukushima, afetada pela Tsunami de 2011. Através de sua agonia e frustração, ao perderem suas casas e pertences, o filme questiona o verdadeiro custo do capitalismo e da opção pela energia nuclear. No dia 11 de março, os habitantes ouviram as explosões e receberam grande carga de radioatividade. Em resposta, o governo declarou a cidade zona de exclusão e 1.400 habitantes,  inclusive a equipe da prefeitura e o prefeito, passaram a viver em um prédio escolar abandonado, como refugiados nucleares.

Berlinale Film Festival 2012 – Festival dei Popoli, Italy 2012 – Seoul Green Film Festival 2012

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  Trailer tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  http://nuclearnation.jp/en/
Toura D’or Award, Germany – President of Italian Republic Award, Asolo Art Film Festival

Esta é a história de Mbambu, uma menina ugandense de 16 anos que quer ser a primeira em sua família a completar a escola secundária. Ela também participa do grupo de teatro local, que usa a arte e temas importantes - tais como os males de roubar – para educar o povo da região. Sua família é pobre e não pode pagar sua escola, então ela decide ganhar dinheiro servindo de guia para turistas que fazem tracking nas montanhas Rwenzori, perto de sua vila, uma profissão em geral realizada por homens.

This is the story of Mbambu, a 16-year-old girl from the village of Kilembe, at the foot of the Rwenzori Mountains in Uganda, who wants to be the first in her family to complete secondary school. Mbambu is also a faithful member of the local amateur drama group, which uses art and thematic performances (such as a performance on the drawbacks of poaching) to educate people in the region. Mbambu comes from a poor farming family that cannot afford her school fees, so she decides to earn money for school by becoming a guide for tourists trekking in the Rwenzori Mountains, a profession generally reserved for men.

Trailer> https://vimeo.com/32567225

Roubando dos Pobres

Stealing from the poor
Grécia 2011 | Yorgos Avegeroupoulos | 55 min | DOC 

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Images Films 2012/Film_Stealingfromthepoor_web.jpgVocê já se perguntou de onde vem o peixe que você come? Na Europa e no mundo, a sempre crescente demanda por peixes levou pescadores europeus e asiáticos para as costas da África oriental onde milhares de navios piratas industriais pescam ilegalmente em águas territoriais dos países da região. Eles devastam todas as formas de vida nestes oceanos, condenando milhares de africanos à pobreza e fome.  O filme foi rodado no Senegal, onde os navios piratas dos países desenvolvidos estão impedindo que os habitantes tenham acesso a sua principal fonte de subsistência.

Best Foreign Film, IX International Maritime & Adventure Film Festival – The Sea Calls, Saint Petersburg, Russia, 2012

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4.    Mbambu e as Montanhas da Lua (Mbambu and the mountains of the moon)    Natasa Muntean   50 min  DOC  Sérvia/Serbia  2011
Toura D’or Award, Germany – President of Italian Republic Award, Asolo Art Film Festival

Esta é a história de Mbambu, uma menina ugandense de 16 anos que quer ser a primeira em sua família a completar a escola secundária. Ela também participa do grupo de teatro local, que usa a arte e temas importantes - tais como os males de roubar – para educar o povo da região. Sua família é pobre e não pode pagar sua escola, então ela decide ganhar dinheiro servindo de guia para turistas que fazem tracking nas montanhas Rwenzori, perto de sua vila, uma profissão em geral realizada por homens.

This is the story of Mbambu, a 16-year-old girl from the village of Kilembe, at the foot of the Rwenzori Mountains in Uganda, who wants to be the first in her family to complete secondary school. Mbambu is also a faithful member of the local amateur drama group, which uses art and thematic performances (such as a performance on the drawbacks of poaching) to educate people in the region. Mbambu comes from a poor farming family that cannot afford her school fees, so she decides to earn money for school by becoming a guide for tourists trekking in the Rwenzori Mountains, a profession generally reserved for men.

Trailer> https://vimeo.com/32567225

Neve Silenciosa: o Veneno Invisível

Silent Snow: the Invisible Poisoning of the World
Holanda 2011 | Jan Van den Berg e Pipaluk Knudsen-Osterman | 70 min | DOC 

Silent SnowUm assassino silencioso esta destruindo a comunidade Inuit na Groelândia: resíduos químicos provenientes do mundo inteiro ali se acumulam invisivelmente, envenenando homens e animais. Através das correntes dos oceanos e presas na neve, pesticidas como o DDT são transportados em direção ao norte, à terra Inuit, causando doenças e mortes prematuras. O filme investiga, junto com as pessoas que são as mais afetadas, o que se revela como uma poluição estrutural que esta tomando conta do planeta como um todo.

Best Film, Planet In Focus, Toronto – Best Film, Green Film Festival South Korea – Best Film FIFER, Switzerland

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  Trailer
tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  www.silentsnow.org/en/flf-synopsis
4.    Mbambu e as Montanhas da Lua (Mbambu and the mountains of the moon)    Natasa Muntean   50 min  DOC  Sérvia/Serbia  2011
Toura D’or Award, Germany – President of Italian Republic Award, Asolo Art Film Festival

Esta é a história de Mbambu, uma menina ugandense de 16 anos que quer ser a primeira em sua família a completar a escola secundária. Ela também participa do grupo de teatro local, que usa a arte e temas importantes - tais como os males de roubar – para educar o povo da região. Sua família é pobre e não pode pagar sua escola, então ela decide ganhar dinheiro servindo de guia para turistas que fazem tracking nas montanhas Rwenzori, perto de sua vila, uma profissão em geral realizada por homens.

This is the story of Mbambu, a 16-year-old girl from the village of Kilembe, at the foot of the Rwenzori Mountains in Uganda, who wants to be the first in her family to complete secondary school. Mbambu is also a faithful member of the local amateur drama group, which uses art and thematic performances (such as a performance on the drawbacks of poaching) to educate people in the region. Mbambu comes from a poor farming family that cannot afford her school fees, so she decides to earn money for school by becoming a guide for tourists trekking in the Rwenzori Mountains, a profession generally reserved for men.

Trailer> https://vimeo.com/32567225

The Dynamiter

USA  2011 | Matthew Gordon | 75 min | FICÇÃO

The DynamiterNo Mississipi, Robbie Hendrick , 14 anos, vive um verão decisivo. Tudo que ele sempre quis foi ter uma família normal. Mas neste verão, em que sua mãe abandona novamente a casa e ele passa o tempo entre cuidar do meio irmão mais novo e enfrentar os perigos que o retorno do irmão mais velho representa para eles, Robbie tem que enfrentar a realidade que nunca terá a família que sonha e talvez perca a única que de fato pode ter.

Berlin Generation FF 2011 – Los Angeles FF 2011 – Best First Feature Durban FF 2011 – Jury Prize Deauville 2011

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  Trailertl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  http://elysiumfilm.com/dynamiter_story.html  
tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  www.facebook.com/pages/The-Dynamiter/136653886351892
4.    Mbambu e as Montanhas da Lua (Mbambu and the mountains of the moon)    Natasa Muntean   50 min  DOC  Sérvia/Serbia  2011
Toura D’or Award, Germany – President of Italian Republic Award, Asolo Art Film Festival

Esta é a história de Mbambu, uma menina ugandense de 16 anos que quer ser a primeira em sua família a completar a escola secundária. Ela também participa do grupo de teatro local, que usa a arte e temas importantes - tais como os males de roubar – para educar o povo da região. Sua família é pobre e não pode pagar sua escola, então ela decide ganhar dinheiro servindo de guia para turistas que fazem tracking nas montanhas Rwenzori, perto de sua vila, uma profissão em geral realizada por homens.

This is the story of Mbambu, a 16-year-old girl from the village of Kilembe, at the foot of the Rwenzori Mountains in Uganda, who wants to be the first in her family to complete secondary school. Mbambu is also a faithful member of the local amateur drama group, which uses art and thematic performances (such as a performance on the drawbacks of poaching) to educate people in the region. Mbambu comes from a poor farming family that cannot afford her school fees, so she decides to earn money for school by becoming a guide for tourists trekking in the Rwenzori Mountains, a profession generally reserved for men.

Trailer> https://vimeo.com/32567225

Terra Sublevada, ouro impuro

Disturbed Land
Argentina 2012 | Fernando Solanas | 92 min | DOC

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Images Films 2012/Film_AFICHETIERRASUBLEVADA_web.jpgEscrito, dirigido e narrado por Fernando Solanas, o filme  mostra a atual situação na Argentina das mineradoras e as populações por elas afetadas. O cineasta denuncia como as políticas neoliberais dos anos 90 proporcionaram a depredação dos metais e hidrocarbonatos do país. As grandes corporações contaram com a permissão – explicita e implícita – do estado argentino para usar substâncias tóxicas e extrair as riquezas enquanto contaminavam a água e o meio ambiente. Apesar da retórica do atual governo, a realidade não mudou.

35ª Mostra São Paulo



4.    Mbambu e as Montanhas da Lua (Mbambu and the mountains of the moon)    Natasa Muntean   50 min  DOC  Sérvia/Serbia  2011
Toura D’or Award, Germany – President of Italian Republic Award, Asolo Art Film Festival

Esta é a história de Mbambu, uma menina ugandense de 16 anos que quer ser a primeira em sua família a completar a escola secundária. Ela também participa do grupo de teatro local, que usa a arte e temas importantes - tais como os males de roubar – para educar o povo da região. Sua família é pobre e não pode pagar sua escola, então ela decide ganhar dinheiro servindo de guia para turistas que fazem tracking nas montanhas Rwenzori, perto de sua vila, uma profissão em geral realizada por homens.

This is the story of Mbambu, a 16-year-old girl from the village of Kilembe, at the foot of the Rwenzori Mountains in Uganda, who wants to be the first in her family to complete secondary school. Mbambu is also a faithful member of the local amateur drama group, which uses art and thematic performances (such as a performance on the drawbacks of poaching) to educate people in the region. Mbambu comes from a poor farming family that cannot afford her school fees, so she decides to earn money for school by becoming a guide for tourists trekking in the Rwenzori Mountains, a profession generally reserved for men.

Trailer> https://vimeo.com/32567225

O Despertar do Tigre Verde

Waking the Green Tiger
Canadá   2011 | Gary Marcuse  | 78 min | DOC

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Images Films 2012/Film_DespertandoDragaoVerde_web.jpgO nascimento o movimento verde na China. Através do olhar de ativistas, fazendeiros e jornalistas, o filme mostra a extraordinária ação levada a cabo para impedir a construção de uma enorme barragem no rio YangTzé, no sudoeste da China. Com impressionantes imagens de arquivo jamais mostradas fora da China, e entrevistas com testemunhas e pessoas de dentro do governo, o documentário também conta a impressionante história das campanhas monumentais de Mao TseTung para dominar a natureza em nome do progresso.

Special Jury Award, Planet in Focus, Canada

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  Trailertl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  www.facetofacemedia.ca
4.    Mbambu e as Montanhas da Lua (Mbambu and the mountains of the moon)    Natasa Muntean   50 min  DOC  Sérvia/Serbia  2011
Toura D’or Award, Germany – President of Italian Republic Award, Asolo Art Film Festival

Esta é a história de Mbambu, uma menina ugandense de 16 anos que quer ser a primeira em sua família a completar a escola secundária. Ela também participa do grupo de teatro local, que usa a arte e temas importantes - tais como os males de roubar – para educar o povo da região. Sua família é pobre e não pode pagar sua escola, então ela decide ganhar dinheiro servindo de guia para turistas que fazem tracking nas montanhas Rwenzori, perto de sua vila, uma profissão em geral realizada por homens.

This is the story of Mbambu, a 16-year-old girl from the village of Kilembe, at the foot of the Rwenzori Mountains in Uganda, who wants to be the first in her family to complete secondary school. Mbambu is also a faithful member of the local amateur drama group, which uses art and thematic performances (such as a performance on the drawbacks of poaching) to educate people in the region. Mbambu comes from a poor farming family that cannot afford her school fees, so she decides to earn money for school by becoming a guide for tourists trekking in the Rwenzori Mountains, a profession generally reserved for men.

Trailer> https://vimeo.com/32567225

Fuga do Tibet

Escape from Tibet
Suíça/Alemanha 2012 | Maria Blumencron | 101 min | FICÇÃO  

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Images Films 2012/Film_HimmelUndErde_web.gifA emocionante aventura de uma jovem alemã que se junta a um grupo de crianças refugiadas numa perigosa jornada através das montanhas do Himalaia. A amizade com as crianças e com os guias e os perigos da travessia vão marcar suas vidas de uma forma que ela jamais imaginaria.

tl_files/dynamic_dropdown/images Filmambiente Design 2/Layout/Pfeil_2.png  www.wie-zwischen-himmel-und-erde.de
Terceira aula de DRN/ Campus Paulo Freire/Marcelo

O link para baixar a aula é:
http://www.4shared.com/file/5qIC6WT9ba/DRN_3a_aula.html


Nesta aula, terminamos o texto de Perry Anderson sobre o Neoliberalismo, e o discutimos, paragrafo a paragrafo. Vimos como a descolonização na década de 60 foi um momento importante para as mudanças na conjuntura de forças dentro ONU, e como isto esteve ligado com o a conferencia de Estocolmo, com o relatório Bruntland, e com a inclusão do conceito crescimento sustentável na "agenda política" internacional. 

Falamos sobre o livro "Primavera Silenciosa" de Rachel Carsol, que pode ser baixado gratuitamente no link http://pt.scribd.com/doc/118951790/primavera-silenciosa-rachel-carson  ou:  http://biowit.files.wordpress.com/2010/11/primavera_silenciosa_-_rachel_carson_-_pt.pdf

Naquela época existia uma efervescência de ação politica e social. A contracultura era um movimento forte entre os jovens dos países desenvolvidos, as manifestações contra a guerra do Vietnam, a luta contra o Racismo nos Estados Unidos, as barricadas de Paris, a ameaça da guerra atômica premente entre os aliados e os russos... Aquela conscientização toda estava interligada, e ajudou a nascer novas visões contra o neoliberalismo...   Alguém gostaria de postar alguma coisa sobre isto? No texto não tinha nada.

Faltou tempo para ver um video, que também é importante para a 4a aula, onde falaremos de desenvolvimento. É o vídeo Nos hipotecamos o futuro, por  Zigmund Bauman
https://www.youtube.com/watch?v=OcPD1pLdkoQ. Ele explica porque mesmo depois que países se desenvolvem bem, que tem bom seguro desemprego, boa saúde, bom transporte, boa educação, surge um grande descontentamento entre os jovens, que queimam carros, quebram lojas, e queima nas ruas suas mercadorias na Inglaterra, França, Espanha. O que eles nos dizem respeito?


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