sexta-feira, 17 de abril de 2015

Respostas da Monaliza e do Antonio França sobre texto da sustentabilidade

Leitura dirigida do Texto “Sustentabilidade, uma visão humanista”

a) Como muitas ONGs compreendem o conceito de sustentabilidade?
Muitas ONG’s adotam um posicionamento crítico em relação a definição oficial de desenvolvimento dos governos e agências internacionais. As ONG's entendem sustentabilidade como o princípio estruturador de um processo de desenvolvimento centrado nas pessoas e que poderia se tornar o fator mobilizador e motivador nos esforços da sociedade para transformar as instituições sociais, os padrões de comportamento e os valores dominantes.
b) Quais efeitos da falta de precisão do conceito de sustentabilidade?
A falta de precisão no conceito de sustentabilidade, segundo o texto evidencia a ausência de um quadro de referência teórico capaz de relacionar sistematicamente as diferentes contribuições dos discursos e campos de conhecimentos específicos. Ou seja, a sustentabilidade envolve o conhecimento em diversas áreas, e esta precisão ser organizados de modo sistemático para que desse modo não venha mais existir uma lacuna no conceito do que é sustentabilidade e suas implicações.
c)Por que a fórmula da equação teórica que toma em considerações variáveis como economicamente viável/socialmente equitativo/ecologicamente sustentável não tem resultados satisfatórios? (em outras palavras: conseguir as três coisas ao mesmo tempo na prática ainda não está acontecendo?
Os resultados satisfatórios não são vistos por que estas variáveis supracitadas não são colocadas em prática, como diz o texto: “O conceito de sustentabilidade transcende o exercício analítico de explicar a realidade e exige o teste de coerência lógica em aplicações práticas, onde o discurso é transformado em realidade objetiva (RATTNER,1999, p.1).''
d) Porque a precisão do uso do conceito de sustentabilidade necessita de um teste prático?
Avaliar a veracidade dos conceitos de sustentabilidade por meio de suas aplicações é de fundamental importância, precisa – se saber se eles tem logística para uma real aplicação na sociedade, e para isto podemos levar em consideração fatores como o respeito aos direitos humanos e quantidade de recursos financeiros primeiramente. Posteriormente surgiram outras questões que precisam ser avaliadas para o sucesso na implantação do conceito de sustentabilidade indo além da teoria.
e)Qual é o discurso dominante sobre sustentabilidade entre economistas?
“O argumento central desenvolvido pelos economistas em favor da sustentabilidade gira em torno da noção de eficiência no uso dos recursos do planeta. A alocação eficiente do uso de recursos naturais, respeitando ao mesmo tempo as preferências dos indivíduos, seria melhor executada em um cenário institucional de mercado competitivo. As possíveis distorções desse mercado poderiam ser corrigidas pela internalização de custos ambientais e/ ou eventuais reformas fiscais, coletando – se mais taxas e tributos dos responsáveis pelos processos poluentes. A sustentabilidade seria alcançada pela implementação da racionalidade econômica em escala local nacional e planetária.
Mas, para alcançar uma redução nos níveis globais do consumo per capita, controles severos são recomendados, para serem impostos por uma autoridade internacional um tanto abstrata. O brado por “limites de crescimento’' também tem consequências sociais e éticas   tendo em vista as disparidades regionais e internacionais(RATTNER,1999, p.2).''
O trecho relata que o discurso dominante dos economistas gira em torno da eficiência no uso dos recursos existentes em nosso planeta, entendo isso como dizer um não a toda e qualquer espécie de desperdício. Depois é proposto uma medida para cobrar maiores taxas e tributos das empresas que geram poluentes, a importância de uma “autoridade internacional um tanto abstrata’' com um posicionamento severo buscando diminuir o consumo por pessoa.
f)Qual é a contribuição da sociologia para o conceito de sustentabilidade?
“As premissas dos sociólogos de que os pobres são as principais vítimas da degradação ambiental é subjacente à ligação entre equidade e sustentabilidade. Presumindo que as raízes da degradação ambiental são também responsáveis pela iniquidade social, este discurso postula a inseparabilidade analítica entre ecologia e justiça em um mundo caracterizado por fragmentação social, apesar de seus problemas ambientais comuns. A pressão sobre os recursos naturais têm que ser relacionada à práticas de distribuição injustas, dependência financeira e falta de controle sobre a tecnologia, comércio e fluxo de investimentos. Uma análise sistêmica desse processo de retroalimentação circular revela o relacionamento político e social conflituoso que destrói a base de reprodução da natureza e dos grupos sociais que dela dependem.(RATTNER,1999, p.3)''
A contribuição vem a partir da relação feita pelos sociólogos das desigualdades sociais e sua forte relação com a questão da sustentabilidade.
g)Exemplifique um ciclo vicioso da insustentabilidade.
O autor destaca o crescimento do produto mundial bruto e o também crescimento da quantidade de pessoas pobres que passam por situações de fome, logo mais ele diz que as práticas de crescimento rotineiras que presenciamos hoje causam gigantescos problemas ocultos em nossa sociedade e no meio ambiente.
h)Qual a consequência dos custos sociais ambientais e ocultos durante o crescimento econômico? (ver filme a origem das coisas)
“As práticas de crescimento econômico convencionais resultam em enormes custos socioambientais ocultos” (RATTNER, 1999, p. 3).
Segundo o que foi visto no filme a origem das coisas as consequências são sérios problemas ambientais, econômicos, de saúde e outros, simplesmente compramos e descartamos determinados objetos quando eles não nos servem, mas de onde vieram? Com que são feitos? Pra onde vão? São questionamentos tão necessários e ainda sim prosseguem sem resposta, para nós é muito mas fácil obter o produto com o nosso dinheiro sem pensar no restante.
A moça do vídeo(não sei o seu nome) fala que os livros diziam que as coisas se deslocavam ao longo de um sistema, o mesmo era composto por: extração, distribuição, consumo e tratamento de lixo, porém estes funcionam de modo linear sendo que nosso planeta e finito. Ela também deixa claro que este sistema descrito nos livros oculta muitas coisas como: a existência de seres humanos que vivem tanto  na parte extrativa até a do tratamento de lixo, o governo e seu objetivo não cumprido de lutar pela população, as corporações(empresas), exploração de recursos naturais – que são usadas em tão demasiada quantidade que se esgotam mais e mais a cada dia, exploração dos países pobres(3° mundo) por parte dos países mas ricos(1° mundo), a junção de químicos tóxicos com recursos naturais para produzir produtos que nós usamos no dia a dia de modo natural mas que nos expõem a toxinas e outros.
Pg3-4:
i) Como os custos socioambientais são transferidos a toda a sociedade?
“As práticas de crescimento econômico convencionais resultam em enormes custos socioambientais ocultos. Estes costumavam ser externalizados ou transferidos a toda a sociedade, com os ganhos e benefícios do crescimento apropriados por uma minoria.(RATTNER,1999, p.3)''

O correto seria uma distribuição também igualitária para toda população nos “ganhos e benefícios do crescimento’'mas como afirma Rattner no trecho supracitado, isso não ocorre. Sendo válido ressaltado que aqui estamos falando dos “enormes custos socioambientais ocultos’'' que permeiam toda sociedade, porém a ”parte boa’' fica com a minoria.

j) Onde se origina a crescente falta de governabilidade e instabilidade social, a qual não é somente restrita a países subdesenvolvidos?

A população vem crescendo e exigindo dia após dia mas das partes dos governantes os seus direitos e o governo tem padecido da escassez do capital resultante e o não incentivo a tecnológica que gera desemprego e recessão, deste modo o governo tem menos dinheiro e essa é a origem da crescente falta de governabilidade e instabilidade social que ocorre em toda a sociedade contemporânea, fora algumas exceções.(RATTNER, 1999.p 4)

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